CONDIÇÕES DE SAÚDE DA MULHER ENCARCERADA NO BRASIL: REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36925/sanare.v25i01.1909

Resumo

As condições de encarceramento impactam negativamente a saúde física e mental da população feminina, apresentando obstáculos ao acesso à assistência qualificada. Diante disso, este estudo objetivou analisar, por meio de uma revisão da literatura, as condições de saúde da mulher encarcerada no Brasil entre 2013 a 2023. A busca foi realizada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SciELO), Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem (MEDLINE) e Periódicos CAPES, totalizando sete artigos selecionados. Os resultados evidenciam que essa população enfrenta elevada prevalência de tuberculose, hipertensão e transtornos mentais, quadros agravados pela precarização do sistema prisional e pela insuficiência de assistência médica. Conclui-se que as políticas de saúde no sistema penitenciário demandam revisão para atender às necessidades das mulheres encarceradas. Tal processo exige a estruturação de equipes multidisciplinares capazes de abarcar as dimensões biopsicossociais do adoecimento. Ademais, iniciativas de ressocialização que ofereçam apoio psicológico e capacitação profissional mostram-se fundamentais para reduzir a reincidência criminal e promover a qualidade de vida pós-egresso.

Biografia do Autor

Amanda Lopes Tupinambá Cutrim, Centro Universitário Santa Terezinha - CEST

Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário Santa Terezinha - CEST

 

Lucas Alexandre Araujo Veras , Centro Universitário Santa Terezinha - CEST

Fisioterapeuta Graduado pelo Centro Universitário Santa Terezinha - CEST

Alice Bianca Santana Lima, Universidade Federal do Maranhão - UFMA

Doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Maranhão (2023). Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Maranhão (2016), Graduação em Enfermagem, bacharelado e licenciatura plena pela Universidade Federal do Maranhão (2013). Experiência e atuação nas áreas de Saúde da Criança, Processo de Enfermagem e Segurança do Paciente. Atualmente é professora do magistério superior da Universidade Federal do Maranhão, campus Pinheiro e Coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Saúde da Mulher, Neonatal, Infantil e do Adolescente -GEPSMNIA

Carlos Martins Neto, Centro Universitário Santa Terezinha - CEST

Fisioterapeuta, com Doutorado em Saúde Coletiva (2021-2024) e Mestrado em Saúde Coletiva (2019-2021) pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). É Especialista em Fisioterapia em Terapia Intensiva pela Residência Multiprofissional em Saúde do Hospital Universitário - HUUFMA (2017-2019). Atualmente é Docente das Disciplinas Saúde Coletiva, Epidemiologia e Métodos e Técnicas de no Centro Universitário Santa Terezinha - CEST, onde também coorienta a Liga Acadêmica de Fisioterapia Hospitalar (LAFTH). Possui experiência nas áreas de saúde pública, fisioterapia respiratória e terapia intensiva. Faz parte do Grupo de Pesquisa Estatística e Ciências de Dados em Saúde. Suas produções e pesquisas de interesse são voltadas para temas como: Modelos Estatísticos Aplicados a Epidemiologia, Epidemiologia das Doenças Crônicas e Infectocontagiosas e Determinantes Sociais em Saúde.

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Publicado

01.07.2026

Como Citar

Lopes Tupinambá Cutrim, A., Veras , L. A. A., Lima, A. B. S., & Martins Neto, C. (2026). CONDIÇÕES DE SAÚDE DA MULHER ENCARCERADA NO BRASIL: REVISÃO INTEGRATIVA. SANARE - Revista De Políticas Públicas, 25(01). https://doi.org/10.36925/sanare.v25i01.1909